SHOWS

 

 

14 DE NOVEMBRO

A Mineirada - A Banda A Mineirada é formada por artistas itabiranos que buscam valorizar a riqueza musical das minas gerais. O grupo é formado é por: Maquinhos Borges, no violão; Giovane Borges, na guitarra; Roberto Oliveira, no contrabaixo; Binho Borges, na bateria e nas vozes Carlos Cabeça, Renata Araújo e Maíra Camargo. Recentemente a banda fez uma apresentação em Serpa e Távira, cidades de Portugal, junto com o cantor mineiro Chico Lobo, no III Encontro de Culturas. A intenção desta nova banda é mostrar como que a musicalidade mineira é importante para o país, valorizando artistas como: Tony Primo, Sérgio Moreira, Maurício Tizumba, Sérgio Pererê, Milton Nascimento, Clevinho Martins, entre outros.


15 DE NOVEMBRO

Mamour BA e Conexão African Beat - O senegalês Mamour Bá é um ícone referente em ritmos africanos. Residente no Brasil há mais de 20 anos, Bá é compositor, cantor, arranjador, percussionista e bailarino. Formado pela Universidade de Arte de Dakar, pela Faculdade de Dança Moderna Mudra (Dakar) e mestrado em música pela Universidade de Versailles, na França, o senegalês fez várias apresentações em todo País e possui grande experiência em cursos e oficinas com os jovens.

Destacou-se em diversos grupos africanos, como: Ballet Folclórico Foula Kandes e Ballet Tambores de Fogo, ambos no Senegal, Grupo Vocal As Vozes da África, do Guiné.
No Brasil destacou-se em importantes eventos, como o Festival Internacional de Arte Negra, o Projeto Todos os Cantos do Mundo-Sesc/SP, o Festival de Folclóre de Montes Claros, o I Congresso Internacional de Naturologia Aplicada, entre outros.

Hoje, com sua nova formação, a Banda Conexão African Beat, é composta por músicos profissionais, seus ex-alunos, sendo um dos integrantes, seu filho Cheikh, de 15 anos. A música de Mamour Ba e Conexão African Beat tem como objetivo passar a riqueza, magia e beleza da África.

16 DE NOVEMBRO

Zé Geraldo - Nascido em Rodeiro, na Zona da Mata mineira, e criado em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, o cantor e compositor Zé Geraldo caiu na estrada cedo. Com 18 anos foi estudar e trabalhar em São Paulo, ainda com o sonho de se tornar jogador de futebol. Mas um acidente automobilístico mudou o rumo de sua história e, com pouco mais de 20 anos, suas jogadas foram transformadas em versos e canções.
Entre 75 e 78 participou e foi premiado em inúmeros Festivais até gravar, em 1979, seu primeiro disco como Zé Geraldo, “Terceiro Mundo” (CBS). Ainda pela CBS lançou “Estradas” (80) e “Zé Geraldo” (81). Canções como “Cidadão”, “Como Diria Dylan” e “Senhorita”, indispensáveis no repertório de seus shows, fazem parte desta primeira safra de gravações, assim como "Rio Doce", com a qual Zé Geraldo participou do Festival MPB-Shell de 1980, e "Milho aos Pombos", que tornou o artista conhecido em todo o Brasil no mesmo festival promovido pela Rede Globo, em 1981.
Duas de suas músicas foram temas de novelas da Rede Globo: "Semente de Tudo" (Livre para voar) e "São Sebastião do Rodeiro" (Paraíso). Com mais de 30 anos de carreira, Zé Geraldo tem 14 discos lançados, fora coletâneas e compactos. Com o Duofel lançou o cd “Acústico” (1996/Paradoxx) e com o amigo de muitos anos, Renato Teixeira, gravou “O Novo Amanhece” (2000/Kuarup). Seu 14º cd, “Tô Zerado”, foi relançado em 2004 pelo Sol do Meio Dia – selo criado por Zé Geraldo e por onde serão lançados seus novos trabalhos

17 DE NOVEMBRO

Dado Villa-Lobos – Ex-guitarrista do grupo Legião Urbana, Dado Villa-Lobos sai um pouco das produções musicais e lança seu primeiro CD Solo “Jardim de Cactus”, gravado há um ano. Seguidor de um estilo mais melancólico, o sobrinho0neto do maestro Heitor Villa-Lobos tem como som e estilo algo que vai de Johan Sebastian Bach, Radiohead e Caetano Veloso.

Em seu CD, o compositor e intérprete Dado reuniu vários ícones da música de épocas diferentes. Paula Toller, China, Toni Platão, Laufer, Fausto Fawcett, Lourenço Monteiro, Humberto Effe, Chico Buarque, entre outros. A intenção de cantor é valorizar o passado sem esquecer do presente. O rock, pop, MPB, eletrônica e clássicos são tripulações garantidas dentro do cenário “Jardim de Cactus”.

18 DE NOVEMBRO

Cordel do Fogo Encantado - O grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado faz uma mistura de música e literatura (oral e escrita) com um gênero único, inconfundível e fortemente marcado pela percussão. O nome da banda já desperta curiosidade por si só. Segundo Clayton Barros, violonista da banda, Cordel ?é o trabalho com a literatura oral e escrita?, o fogo ?é o sertão das fogueiras de São João, do sol e da terra queimada?, e encantado ?é o profeta, o cantador?.
Formado por José Paes de Lira (vocal), Clayton Barros (violão), Emerson Calado (percussão), Nego Henrique (percussão) e Rafael Almeida (percussão), o grupo vai mostrar em Itabira o show de lançamento de seu terceiro CD, ?Transfiguração?, que chegou às lojas no final setembro.


19 DE NOVEMBRO


Grupo Bossa Nova Negra
- O grupo Bossa Nova Negra é conexão entre artistas mineiros no intuito de difundir a bossa nova pelos quatro cantos do mundo. O grupo surgiu na idéia do produtor Cléber Camargo, em 1999, em Berlim, na Alemanha durante a World Wide Music Expo (Womex). Com diversos estudos sobre a musicalidade do Brasil no exterior, o grupo aparece com artistas que compõem, cantam, tocam, produzem arranjos das Bossas Novas há mais de 40 anos. Fazem parte do Bossa Nova Negra: Serginho Silva, Sérgio Santos, Tony Primo
Sobre os artistas:

Serginho Silva: Percussionista com grande experiência profissional, já participou em mais de trinta discos de artistas como Nivaldo Ornelas (“arredores” – disco ganhador do Prêmio Sharp da Música – 99) e Milton Nascimento (Pietá). Sua versatilidade o levou a inumeras turnês em quase todos os continentes e a participar de trilhas para teatros, óperas, curtas, longas,metragens como “O Viajante” e “O Circo das Qualidades Humanas”.

Sérgio Santos: Cantor, violinista e compositor é parceiro de Paulo César Pinheiro em mais de cento e oitenta músicas, algumas delas gravadas por artistas como Leila Pinheiro, Milton Nascimento, Olívia Hime, Sá e Guarabira, Fátima Guedes, Joyce, dentre outros. Sua Carreira internacional já rendeu espetáculos e m templos sagrados da música, como o Hollywood Bowl, de Los Angeles. Lançou em 2002 seu terceiro CD solo, “Áfrico – quando o Brasil resolveu cantar”, com participações especiais de Olívia Hime, Uakti, Joyce e Lenine.

Tony Primo: Cantor e compositor itabirano, dono de uma poética focada no amor. Tem músicas gravadas por diversos artistas brasileiros. Já participou de shows com Milton Nascimento, Marina Machado, Titane, Família Alcântara, entre outros.

Eurico Euller: Parceiro de Tony Primo em várias apresentações por Itabira e região, possui grande talento no violão, na viola, na Gaita, além de ter participado de conceituados festivais pelo país.

 

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